sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Um dia de Angélica

Uma vida sem sentido, um mundo corrompido. Os olhos já não conseguiam ver lucidez, a loucura, a maldade, o descaso, a desilusão...
De repente Angélica percebe que não quer mais nada disso.
Não suportava sair de casa e ver a dor, a injustiça, a falta de amor, a falta de vontade das pessoas, o comodismo.
A maneira que Angélica vê o mundo é de forma distinta, ao mesmo tempo em que reconhece ser hipócrita e viver em uma sociedade hipócrita, ver tudo errado e não fazer nada, Angélica queria mudar o mundo, mas ela sabe que não há mais mudanças gigantescas que ela possa fazer. Angélica se conforma em fazer o que está ao seu alcance.

M.C

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M.C